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terça-feira, 10 de abril de 2012

Terrenos a prazo em São Sebastião do Paraiso





Terrenos a prazo em São Sebastião do Paraíso

Loteamento Residencial Nascente do Paraíso
Localização:
Saída para Leão de Judá
Perto da Av. Alfredo Campolongo, São Sebastião do Paraíso, MG /Pousada Leão da Montanha / Hotel e Pousada Termópolis / Morro do Baú / Serra da Canastra
Tamanho e Infra
Lotes 10 x 25 m / Com asfalto, água e luz
Preço
Entrada Facilitada + 84 parcelas
Os preços variam entre 25.000 a 40.000 reais
Plantão de Vendas
(16) 91303559 / (16) 88276171 / (16) 78146074
atendimento@godivaconstrutora.com.br


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Como investir no mercado de imóveis?

Olá investidor! Como ponto de partida podemos pensar em três variáveis: Localização, Retorno, Valorização.

Antes de decidir pela compra responda as perguntas abaixo.

O endereço do imóvel tem demanda para compra ou locação?

O investimento feito no imóvel trará um retorno satisfatório na hora da revenda ou locação?

Qual o potencial de valorização do imóvel?

As respostas para as perguntas acima dependem de você estabelecer a finalidade do imóvel, buscar conhecimentos sobre a região onde o imóvel está localizado e conhecer o público-alvo destinado a tipo do imóvel. Para conseguir essas informações você precisará fazer uma pesquisa de mercado que poderá ser realizada com ajuda de profissionais credenciados na área de corretagem, com auxílio veículos de comunicação (rádio, TV, jornal). Já o potencial de valorização de um imóvel dependerá da região e da finalidade do imóvel (se comercial, residencial, industrial ou loteamento).

terça-feira, 26 de julho de 2011

Até quando os preços dos imóveis vão subir?

A pacificação dos morros e as obras para Copa e Olimpíadas no Rio de Janeiro, A alta demanda por imóveis em São Paulo. São alguns motivos que explicam o aumento dos preços de imóveis que tem acontecido em todo o Brasil. Só em 2010 foram mais de 80 bilhões destinados para financiamentos do setor.  

Segundo o Cresci o preço de casas e apartamentos usados na capital paulista subiram até 269% em 2010 e os imóveis novos também vão ficando mais caros. Tudo começa com o que as construtoras gastam para comprar os terrenos / materiais e contratar a mão de obra.

Usando o dinheiro das poupanças e do fundo de garantia os bancos emprestaram no ano passado 83 bilhões de reais para financiamento de imóveis que é 67% a mais que em 2009 e 9 vezes a mais do que foi emprestado em 2005. Isto significa  o financiamento para compra de 1 milhão de imóveis.

ATENÇÃO: Aréas em pontos estratégicos para loteamentos ou construção de Hoteis em Ribeirão Preto fale com a Godiva Construtora.



Assista o vídeo


sábado, 30 de abril de 2011

Bolha imobiliária. Super valorização irreal do imóvel

Assista uma breve explicação sobre como a bolha imobiliária americana desencadeou a crise financeira no mundo.

A crise que abalou o mercado imobiliário nos Estados Unidos pode se repetir no Brasil?

O momento mundial pede cautela, mas segundo especialistas a crise americana não tem chances de se repetir no setor imobiliário brasileiro. Há muitas diferenças entre os dois mercados, uma das principais é o percentual financiado do valor dos imóveis.
Assista o vídeo e saiba mais.


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Faltam loteamentos em Ribeirão Preto


A Secretaria de Planejamento e Gestão Pública de Ribeirão Preto projeta que a zona Noroeste deve ser a região com maior potencial de crescimento da cidade ainda nesta década. Isso porque a área, que fica na confluência entre as rodovias Alexandre Balbo (SP-328) e Anhanguera (SP-330) e ao lado do Distrito Empresarial, vai se tornar a mais atrativa para instalação de empresas.

O secretário de Planejamento, engenheiro Fernando Piccolo, diz que a expansão urbana será direcionada para o Noroeste, devido às necessidades de área para ocupação mista, que possa abrigar residências, comércio e indústria. "Analisamos as características das outras zonas e concluímos que a Noroeste é o canal favorável para a expansão urbana", afirma.

Nova lei

A proposta será incluída na nova lei sobre o uso e parcelamento de solo, que passa por atualização a cada três anos e será concluída ainda neste mês. A prefeitura pretende, antes de enviar o projeto para a Câmara, apresentar o documento em audiência pública. Depois de aprovado na Câmara, a prefeitura passa a regulamentar os espaços para definir o zoneamento das áreas. Para o engenheiro Ivens Teles Alves, a vocação da região Noroeste é industrial. Ele acredita que o mercado imobiliário não investirá na região. "Se houver a concretização do projeto, deve beneficiar apenas os emprendedores industriais e o de prestação de serviço", diz. Alves avalia que a localização não favorece uma nova fronteira imobiliária. "Será pouco provável o desenvolvimento habitacional no local devido à distância da infraestrutura.


Situação hoje

Onde o Planejamento propõe levar a expansão existe hoje diversas propriedades rurais, com plantio de cana-de-açúcar, milho e soja. Na mesma região, encontra-se a confluência de duas rodovias importantes, o Distrito Empresarial e o Ceagesp, além da usina Galo Bravo.
Para que haja a transformação da área, caberá aos investidores comprar lotes e apresentar projetos para aprovação da prefeitura.

Fonte: jornalacidade.com.br

A Expansão de Ribeirão Preto será direcionada para área Noroeste da cidade.


A Secretaria de Planejamento de Ribeirão Preto vai incluir na atualizão do Plano Diretor o Projeto de Expansão de Zona Urbana. A área fica na região Noroeste e deve ser atrativa para o setor Industrial. A Expansão de Ribeirão Preto será direcionada para área Noroeste da cidade. O local fica entre as Rodovias Anhanguera e Alexandre Balbo. Ao lado do Distrito Empresarial e da CEAGESP-RP.
Atualmente na região estão propriedades rurais de cultivo de cana-de-açucar, soja e milho. Para Fernando Piccolo, secretário de Planejamento, nesta região existe um vetor de crescimento natural entre indústrias, comércio e conjuntos de interesse social. A proposta já foi apresentada em cinco audiências públicas, ainda neste mês será incluída na nova lei de uso e ocupação do solo do Plano Diretor, em seguida passa por outra audiência e caso seja aprovada pela câmera de vereadores segue para regulamentação do executivo. A expectativa é que o loteamento comece a partir do segundo semestre deste ano (2011). Por estar ao lado do Distrito Industrial que possue fila de espera por terrenos em sua terceira etapa a área poderá ser atrativa para Indústria. A preocupção dos empresários é que os trâmites não ocorram as pressas e que sejam acompanhados de políticas de incentivo a Indústria.  A área poderá ter ocupação mista com residências, indústrias e comércio. A definição do destino dos terrenos dependerá dos investidores que fizerem os loteamentos.
Fonte: jornal da clube

terça-feira, 19 de abril de 2011

Existe bolha imobiliária no Brasil?


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Economistas negam que exista bolha imobiliária no Brasil

O aumento dos preços no mercado de imóveis brasileiros não é uma bolha imobiliária, segundo estudo realizado pela consultoria MB associados a pedido da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O estudo foi feito a pedido da entidade para responder a questionamento recorrente no mercado brasileiro: há a possibilidade de a valorização imobiliária nacional ser algo parecido com a bolha especulativa dos EUA?

A MB estima que a demanda imobiliária média anual deva continuar crescendo nos próximos anos, principalmente na classe C: o ritmo previsto para essa faixa de renda é de demanda média de quase 15 milhão de imóveis por ano entre 2010 e 2016.

Bolha nos EUA

De acordo com o estudo, o mercado de imóveis do Brasil tem elementos bem diferentes da bolha imobiliária norte-americana: não há exagero no volume de empréstimos imobiliários  tomados pelas pessoas físicas ou doados pelos bancos. A valorização, diz a MB, reflete um aumento da demanda causado pelo crescimento da economia, da renda, e da disponibilidade de crédito no país.
Além disso, há uma diferença fundamental entre o quadro brasileiro e o americanos pré-bolha, segundo Barros: as regras bancárias brasileiras são rígidas, diferentemente do que acontecia nos EUA antes do "estouro" da bolha.

"A regulamentação bancária no Brasil é muito estrita e as garantias e os procedimentos para fazer os financiamentos são bastante controlados", afirmou Mendonça de Barros. O "afrouxamento" das regras para concessão de crédito para imóveis nos EUA é apontado como um dos principais pontos que propiciaram o problema no setor: permitiu a concessão de crédito para pessoas que não tinham condições de pagar a dívida.

Fonte: http://g1.globo.com
Atualizado em 11/08/2010 15h54


O que é a bolha imobiliária?



Bolha imobiliária é um termo, apadrinhado por economistas, que representa a constatação de que os preços no mercado imobiliário estão bem acima de seu real valor, entretanto os compradores continuam dispostos a pagar ainda mais, criando um ciclo especulativo difícil de estabelecer o seu fim, cuja ameaça consiste em uma rápida queda geral, analogia ao estouro de uma bolha de sabão.

Uma bolha aparece quando os fundamentos de demanda e oferta não conseguem mais explicar a relação de preços naquele momento. Ela se desenvolve a partir de duas condições básicas na economia para justificá-la: desequilíbrio macroeconômico e desregulamentação financeira.

Desequilíbrio macroeconômico é quando, num nível geral de preços, os consumidores desejam consumir quantidades diferentes das que os vendedores desejam produzir e vender. Dito de outra forma, o desequilíbrio macroeconómico ocorre num nível geral de preços em que a procura agregada é desigual a oferta agregada.

Sérgio Vale, Economista-Chefe da MB Associados, diz que o risco de bolha imobiliária no Brasil ainda é baixo ou inexistente. Os bancos brasileiros estão saudáveis e regulados desde a reestruturação feita na década de 90. As taxas de juros são elevadas que impedem a aparição de tomadores. Em resumo: O crescimento econômico sustenta o aumento de renda da população que podem financiar imóveis sem maiores riscos de inadimplência. Essas condições são essenciais para indicar que aumentos de preços de imóveis numa economia não levem a um desastre financeiro. Portanto os preços  continuarão subindo. Principalmente em áreas com forte demanda e pouca área disponível, como partes do Rio, São Paulo e Brasília.

Fonte: http://www.brasileconomico.com.br - 16/08/10

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Por que investir no mercado imobiliário de Ribeirão Preto?





Ribeirão Preto (SP) está entre as dez cidades brasileiras com significativo potencial turístico. No caso de Ribeirão Preto, essa vocação é direcionada especialmente para o segmento de negócios e eventos. A informação consta de uma pesquisa pioneira no país realizada em 5 mil municípios brasileiros. Entre as informações que constam da pesquisa apresentada pelo MTur, está o fato de que Ribeirão Preto figura entre os 65 destinos indutores do turismo regional. Para tanto, a equipe da FGV realizou um mapeamento minucioso que levou em conta 13 indicativos. São eles: infra-estrutura geral, acesso, serviços e equipamentos turísticos, atrativos turísticos, marketing, políticas públicas, cooperação regional, monitoramento, economia local, capacidade empresarial, aspectos sociais, aspectos ambientais e aspectos culturais. Ribeirão Preto destacou-se, sobretudo, nos quesitos infra-estrutura geral, acesso, aspectos ambientais e capacidade empresarial.


Atualmente, o segmento de Turismo de Negócios & Eventos é um dos mais promissores do setor. No  dia 15 de maio de 2009, a International Congress and Convention Association (ICCA), principal entidade mundial do setor, apresentou o Brasil entre os dez países que mais sediam eventos no mundo. Foram 254 eventos internacionais realizados em 2008 dentro dos critérios da associação. O desempenho fez com que o país passasse do 8º para o 7º lugar no ranking da ICCA. Em 2003, o Brasil ocupava a 19ª posição.





Segundo o MTur, Ribeirão apresenta requisitos necessários para o pleno desenvolvimento do segmento de negócios e eventos: economia dinâmica, ótimo padrão de vida, localização estratégica, boa qualidade de infra-estrutura de transportes e comunicações, diversidade de serviços existentes.

Márcio Santiago, vice-presidente da Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux, diz que “Ribeirão vive seu grande momento para tornar-se referência em negócios e eventos e isso se dá porque os setores estão se unindo para atuar estrategicamente – exemplo disso é o estreitamento de relações entre governo municipal e iniciativa privada”.



A pesquisa comandada pelo MTur, que teve como entidade executora a CBCVB (Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux), visitou inúmeras empresas privadas da cidade, centros de convenções, hotéis, teatros, museus, restaurantes etc.






Segundo diagnóstico feito pela FGV Ribeirão se destaca em:


- Acesso: nota média do Brasil é 58,7; nas capitais é 69,9 e Ribeirão recebeu 83,1.
- Capacidade empresarial: nota média do Brasil é 51,0; nas capitais é 72,1 e Ribeirão recebeu 50,8.



- Aspectos ambientais: nota média do Brasil é 58,2; nas capitais é 62,6 e Ribeirão recebeu 76,2.


Precisa melhorar nos itens:

- Atrativos turísticos: nota média do Brasil é 57,6; nas capitais é 55,8 e Ribeirão recebeu 35,0.
- Políticas públicas: nota média do Brasil é 50,3; nas capitais é 55,0 e Ribeirão recebeu 25,4.


fonte: http://www.jornaldeturismo.com.br

Veja os quesitos avaliados na pesquisa. 


INFRA-ESTRUTURA GERALSaúde pública
Energia

Comunicação

Facilidades financeiras
Segurança pública
Urbanização
ACESSOTransporte aéreo
Acesso rodoviário
Acesso aquaviário
Acesso ferroviário
Conforto dos passageiros
Táxis
Locadoras de veículos
SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS TURÍSTICOSSinalização turística
Centro de atendimento ao turista
Espaço para eventos
Capacidade dos meios de hospedagem
Capacidade do turismo receptivo
Qualificação profissional
Restaurantes
Atrativos turísticos
Atrativos
naturais
Atrativos culturais
Eventos programados
Realizações
técnico-científicas
MARKETINGPlanejamento de marketing
Participação
em feiras e eventos
Material promocional
Website
POLÍTICAS PÚBLICASEstrutura
municipal para apoio ao turismo
Grau de cooperação com o governo estadual
Grau de cooperação com o governo federal
Existência de planejamento
Existência de cooperação público/privada
COOPERAÇÃO REGIONALGovernança
Projetos de cooperação regional
Planejamento
Roteirização
Promoção
Apoio à comercialização
MONITORAMENTOPesquisas de demanda
pesquisas de oferta
Sistema de estatísticas do turismo
Medição dos impactos da atividade turística
Setor de estudos e pesquisas no destino
ECONOMIA LOCALParticipação relativa do setor privado na economia local
Infra-estrutura de comunicação
Infra-estrutura de negócios
Empreendimentos
Eventos alavancadores
CAPACIDADE EMPRESARIALQualificação profissional
Presença de grupos nacionais e internacionais do setor de turismo
Concorrência e barreiras de entrada
Número de empresas de grande porte, filiais e/ou subsidiárias
ASPECTOS SOCIAISEducação
Empregos gerados pelo turismo
Política de enfrentamento e prevenção à exploração sexual
Uso de atrativos e equipamentos turísticos pela população
Cidadania

ASPECTOS AMBIENTAIS
Código municipal ambiental
Atividades em curso potencialmente poluidoras
Rede pública de distribuição de água
Rede pública de coleta e tratamento de esgoto
Destinação pública de resíduos e unidades de conservação no território municipal
ASPECTOS CULTURAISProdução associada ao turismo
Patrimônio histórico e cultural
Aspectos de governança na área de cultura